Arquivo de abril, 2009

Jon Lord Já Avisou…

Postado em Uncategorized com as tags , , , , , , , , , , , em abril 29, 2009 por ruivb

Notícia do site Whiplash: O ex-tecladista do DEEP PURPLE, Jon Lord, como já foi noticiado aqui, vai dar início às 18:10 às 24 horas ininterruptas da Virada Cultural na cidade de São Paulo, no palco da Avenida São João.

Jon já avisou que não haverá muitas músicas do Deep Purple no set-list mas, para os tiozões saudosos e reclamões,  abrirá exceções para algumas músicas de seus álbuns solos e tocará somente dois clássicos do Purple: “Pictures of Home” e “Child in Time” na segunda parte do show. Então vale avisar mais uma vez: não precisam ficar na ponta do palco gritando coisas como ” Ae Lordão, toca Highway Star”, “toca Smoke On The Water, Perfect Strangers”, “toca Raul (cruz credo, isso não!!)”, ou coisas do tipo.

Agora a pergunta que não quer calar: quem vai cantar Child In Time??? O Gillan??? Nem pensar, a última vez que ele tentou fazer isso foi na turnê do The Battle Rages On e todo mundo viu o resultado… André Mattos??? Ia ficar legal. Glenn Hughes??? Ia ficar fantástico, mas como ele está com alergia da MKIII do Deep Purple, não podemos contar com isso…E vocês, quem gostariam de ver cantando esse classicaço da banda?

“Ai que saudades dos meus 25 anos, quando eu gravei o In Rock e cantava Child In Time com um pé nas costas…”


After Forever – Lonely (Letra e tradução)

Postado em Uncategorized com as tags , , , , em abril 28, 2009 por ruivb

(Composição: After Forever)

What would happen if I go?
Just leave without any reason why
Would someone wonder why?
Would someone miss me?
What would happen if I couldn’t take it?
Just break without any signs up front
Would someone pick it up?
Or help me out

Cause life ain’t easy for me
Ain’t easy, alone
This is my path
It’s lonely

What would happen if I change?
Just wake up one day not quite the same
Would someone wonder why?
Would someone know how I was before?
Would they like me better
Knowing I am not the one I was?
Who I was

Cause life ain’t easy for me
Ain’t easy, alone
This is my path
It’s lonely

Solitário

(Composição: After Forever)

O que aconteceria se eu me fosse?
Apenas partiria sem nenhuma razão
Alguém ia querer saber o porquê?
Alguém sentiria minha falta?
O que aconteceria se eu não pudesse suportar isto?
Apenas quebraria sem nenhum sinal adiante
Alguém escolheria isto?
Ou me ajudaria?

Porque a vida não é fácil pra mim
Não é fácil, sozinho
Esse é meu caminho
É solitário

O que aconteceria se eu mudasse?
Apenas acordaria um dia não do mesmo jeito de antes
Alguém ia querer saber o porquê?
Alguém saberia como eu era antes?
Eles iriam gostar mais de mim
Sabendo que eu não sou quem eu era?
Quem eu era

Porque a vida não é fácil pra mim
Não é fácil, sozinho
Esse é meu caminho
É solitário

Timo Kotipelto Canta Para O Presidente da Rússia

Postado em Uncategorized com as tags , , , , , em abril 25, 2009 por ruivb

Notícia do site Blabbermouth publicada no site Whiplash: Timo Kotipelto, vocalista do Stratovarius, a convite da presidente da Finlândia Tarja Halonen, se apresentou para o presidente da Rússia Dimitry Medvedev em visita ao seu país no dia 20/04 acompanhado dos seguintes músicos: Matias Kupiainen (STRATOVARIUS), Jani Liimatainen (CAIN’S OFFERING, ex-SONATA ARCTICA) e a banda/orquestra militar Kaarti, conduzida por Elias Seppälä. A platéia composta por 130 pessoas, entre elas íderes políticos da Finlândia, oficiais de alto escalão, diplomatas e representantes de finanças e cultura, assistiram o cantor e os músicos tocarem as músicas “Hunting High And Low” e “Black Diamond” do Stratovarius, além de uma cover para “Burn”, do DEEP PURPLE, com empolgação e, de acordo com Ilta-Sanomat, lhe foi pedido que tocasse mais uma música. Os músicos então tocaram “I Surrender”, do RAINBOW. Mas isso não foi à toa, já que Medvedev é um fanático por heavy metal, vejam só…Ao ser perguntado sobre a apresentação, Kotipelto disse que só aceitaria o convite se pudesse ser acompanhado com duas guitarras: “Eu pensei, vamos fazer algo especial e tocar com duas guitarras.” Será que isso vai facilitar a ida de bandas de metal finlandesas à Rússia? Taí um bom assunto para eles tratarem…

Ae Tolkki, gostaria de estar junto comigo no palco? Hehehehe...

"Ae Tolkki, gostaria de estar junto comigo no palco? Hehehehe..."

Lars Ulrich Gigolô???????

Postado em Uncategorized com as tags , , , , , em abril 22, 2009 por ruivb

Notícia do site Whiplash: Lars Ulrich revelou numa entrevista ao site da revista NME que chegou a passar pela situação constrangedora(?) de ter que transar com as namoradas de seus fãs com eles assistindo tudo:

“Nos EUA, no meio da década de 80, as pessoas às vezes nos pediam para transar com suas namoradas. A primeira vez que isso aconteceu comigo nós estávamos abrindo o show para o Ozzy (Osbourne) em 1986 e eu cai para trás. Mas então você vê que as pessoas estão falando sério e você diz para si mesmo, ‘Então agora estou transando com sua namorada, você está em um canto, olhando? Está tirando fotos? Onde você se encaixa nisso tudo?’. É um negócio meio depravado, e é difícil colocar na sua cabeça que você está transando com a garota de outro. Não é uma coisa legal de pedir para uma banda fazer, certo?”

Com certeza que não, só queria saber até que ponto dá pra acreditar nisso tudo…

Você acha que só porque eu sou baterista e a sua namorada tem um pandeiro de respeito eu sou obrigado a traçar a coitada? Tô fora...

"Você acha que só porque eu sou baterista e a sua namorada tem um pandeiro de respeito eu sou obrigado a traçar a coitada? Tô fora..."

Jon Lord Na Virada Cultural

Postado em Uncategorized com as tags , , , , , em abril 21, 2009 por ruivb

Notícia do site Rockonline: Jon Lord, ex-tecladista do Deep Purple, foi convidado para abrir a Virada Cultural, evento que vai rolar em São Paulo – SP entre os dias 02 e 03/05. Jon se apresentará no palco montado na Av. São João, Centro, com a Orquestra Sinfônica de São Paulo às 18:10 para apresentar as músicas que fazem parte do disco “Concerto for Group and Orchestra”, lançado pelo Deep Purple em 1969. Mas aqui já vai um aviso: ele não vai tocar nenhum clássico do Deep Purple, OK? Não adianta ficar na ponta do palco gritando “toca Smoke On The Water”, ou “toca Highway Star, Perfect Strangers!!!”, pois isso não é show do Purple…Não vai fazer que nem uma cambada que ficou fazendo a mesmíssima coisa durante o show deles por aqui no Credicard Hall em 1999 quando foi comemorado os 30 anos do lançamento desse disco. Foi por causa disso que o Gillan declarou em algumas entrevistas lá fora que “o brasileiro é burro e não sabe apreciar uma boa música clássica”.

Da juventude à terceira idade, as várias faces de Jon Lord ao redor dos tempos.

Da juventude à terceira idade, as várias faces de Jon Lord ao redor dos tempos.

A Resposta De Coverdale

Postado em Uncategorized com as tags , , , , , , , , , em abril 18, 2009 por ruivb

Notícia do site Whiplash: não demorou para que Davide Coverdale tomasse conhecimento  das declarações de Joe Lynn Turner, de que ele usa fitas pré-gravadas  em seus shows. David respondeu à revista inglesa Classic Rock: “Não uso, não usei e nunca usarei fitas gravadas com a minha voz em meus shows. Minha banda e eu tocamos ao vivo. Pois, nós somos bons mesmo! E ele é um total babaca! Esses rumores começaram na Alemanha ano passado, quando estivemos em turnê com ALICE COOPER, tínhamos até um jornalista [N. do T.: Frank Thiessis] bem na fila do gargarejo para averiguar que os rumores eram falsos”, explicou o cantor. “Não tenho certeza em como agir quando coisas assim acontecem. Ainda tenho que lidar com os rumores de que eu entrei no VAN HALEN, e isso começou há um ano”. E a coisa vai ficar preta para os lados de Turner e de quem insistir nessa história, pois David disse: “Se isso tudo continuar, vou ter que entrar em contatos com meus parceiros profissionais para que esclareçam essa conversa sem sentido algum”, afirmou.  Isso ainda vai longe,  quero ver quem tem mais garrafa vazia para vender e comprovar seu ponto de vista.

Ae Turner, quero ver você ficar aí na minha frente e provar que eu sou uma versão masculina da Britney Spears do rock!!! Vai, chamou pro pau, agora vem!!!

"Ae Turner, quero ver você ficar aí na minha frente e provar que eu sou uma versão masculina da 'Britney Spears do rock'!!! Vai, chamou pro pau, agora vem!!!"

Geezer Butler Detona Ozzy

Postado em Uncategorized com as tags , , , , , , , , , em abril 16, 2009 por ruivb

Notícia do site Rockonline: Geezer Butler concedeu uma entrevista à revista Decibel Magazine comparando como é  trabalhar com Ozzy Osbourne no Black Sabbath e Ronnie James Dio, seu atual parceiro no Heaven And Hell:

“Ronnie é um compositor a sua maneira – ele tem toneladas de idéias. E Ozzy… nos velhos tempos ele vinha com uma linha vocal e eu escrevia as letras. Ronnie é 100% envolvido tanto no lado musical quanto vocal. E ele escreve suas letras também. Se estivéssemos com Ozzy e eu chegasse com o ‘riff’ mais matador de todos os tempos, Ozzy nem mesmo pensaria em fazer algo porque eu não sou o guitarrista e é desse jeito que ele pensa”.

“Quando tentamos fazer um álbum do Sabbath em 2001, todos nós demos CDs com idéias e ‘riffs’ para os outros. Ozzy nem ao menos ouviu o meu. Por eu não ser um guitarrista, ele acha que eu não deveria tocar guitarra. Por isso foi tão difícil escrever qualquer coisa”.

“Se tivéssemos feito este álbum com Ozzy, estaríamos ainda na primeira faixa”, comentou Butler sobre o processo de criação de “The Devil You Know”.

É realmente triste ver como as coisas ainda permanecem as mesmas dentro do Black Sabbath (hoje Heaven And Hell). Não vou me opor ao que o Geezer falou, mas isso talvez seja também uma grande submissão que Ozzy tem em relação a Tony Iommi, pois se nos anos 70 ele brigava com o Ozzy quando ele fazia alguma coisa que não estava programada nos shows, imagina como ele deve centralizar o poder ao redor dele…Quer dizer então que com Dio eles são em quatro, quando o Ozzy estava na banda era Tony Iommi mais 3? Só quem esteve lá poderia nos dar uma resposta mais clara…

Parabéns, Sr. Blackmore

Postado em Uncategorized com as tags , , , , em abril 15, 2009 por ruivb

Nesse dia 14/04 foi aniversário de Richard Albert Blackmore, mas conhecido por Rithcie Blackmore, lendário guitarrista que fundou o Deep Purple, Rainbow e hoje comanda o Blackmore’s Night com sua esposa, Candice Night.  O texto abaixo foi retirado da Wikipedia e resume bem a vida desse inglês que completou 64 anos de vida:

Infância

Pouco tempo depois de nascido, Ritchie se mudou de Weston-Super-Mare para Heston, Middlesex, tendo então dois anos de idade. Seu pai lhe comprou o primeiro violão em 1955, quando ele tinha 10 anos, e lhe deu algumas aulas de violão clássico. Curiosamente, no início Ritchie se mostrou pouco talentoso e demorava muito para aprender o instrumento, até que, aos 13 anos, seu pai – já sem paciência – disse que lhe quebraria o violão na cabeça se ele não progredisse.

Na década de 1960 ele começou a tocar com algumas bandas, como Heinz & Wild Boys, Screaming Lord Sutch (por onde também passaram Alice Cooper, Jimmy Page e Tom Jones), The Outlaws, Glenda Collins e BOZ. Ele foi um dos fundadores do grupo Deep Purple em 1968 e continuou como membro e principal criador até 1975, voltando depois de 1984 a 1993.

Hoje em dia é considerado um dos maiores guitarristas da década de 70 e fez uma grande escola entre os guitarristas mais jovens

Primeiros anos no Deep Purple

Ritchie Blackmore foi um dos fundadores do Deep Purple em 1968 juntamente com Rod Evans (vocalista), Nick Simper (baixo), Jon Lord (teclados) e Ian Paice (bateria). A banda rapidamente obteve sucesso com sua regravação de Hush, de Joe South. Evans e Simper foram depois substituídos por Ian Gillan (vocalista) e Roger Glover (baixo).

O primeiro álbum de estúdio dessa segunda formação, In Rock, revolucionou o som da banda, tomando um rumo mais pesado. Ritchie, na época, descreveu o vocal de Ian Gillan como “gritos profundos com uma pegada de blues“. Canções de In Rock incluem Speed King e Child in Time.

O Deep Purple então gravou seu álbum mais conhecido, Machine Head, no estúdio móvel dos Rolling Stones em Montreux, Suíça. A banda originalmente pretendia gravar num casino em Montreux mas, na noite anterior ao início da gravação, o casino estava reservado para um concerto de Frank Zappa (com os membros do Deep Purple na platéia). Neste show, alguém da platéia disparou um sinalizador no piso feito de bambu. Isso provocou um grande incêndio e o casino foi destruído. A tragédia foi documentada na letra do que se tornaria a mais famosa música do Deep Purple: Smoke on the Water. O riff de abertura dessa música é considerado por muitos como o mais distinto e original já gravado.

Em 1973 o vocalista Ian Gillan deixou a banda e o baixista Roger Glover, percebendo que estava prestes a ser mandado embora, o seguiu. Eles foram substituídos pelo ex-baixista do Trapeze, Glenn Hughes e um desconhecido e jovem vocalista chamado David Coverdale (que mais tarde se tornaria famoso no Whitesnake e no Coverdale Page, com Jimmy Page). O Deep Purple então gravou Burn, um álbum onde o virtuosismo instrumental de Ritchie Blackmore, Jon Lord e Ian Paice alcançaria novas alturas.

[editar] Em apuros

A banda continuou se apresentando mundo afora, incluindo uma notória aparição no California Jam de 1974 – um concerto transmitido pela TV que contou com a participação de grandes nomes como Eagles e Black Sabbath, entre outros. No exato momento em que o Deep Purple iria aparecer, Ritchie – confirmando sua fama de “problemático” – trancou-se no camarim e se recusou a entrar no palco. Os artistas que se apresentaram antes do Deep Purple terminaram antes do horário, o que fez com que o Deep Purple tivesse que entrar antes do seu horário marcado, que era ao pôr do sol. Ritchie percebeu que isso iria atrapalhar os efeitos luminosos que a banda havia preparado, por isso não quis ir. Após o canal de TV ABC trazer o xerife da cidade para levá-lo preso, ele resolveu entrar no palco. Entretanto, durante a apresentação, com raiva, ele quebrou uma câmera que se aproximou dele. Pouco tempo depois, no momento mais dramático da apresentação, o palco pegou fogo após a parede de amplificadores de Ritchie explodir (arremessando-o para a frente do palco). A rede de TV ABC ficou furiosa, mas a banda escapou de sua ira fugindo de helicóptero.

O álbum seguinte, Stormbringer, não apenas desapontou a crítica e os fãs, mas Ritchie demonstrou publicamente seu descontentamento com as influências de funk e soul trazidas por Glenn Hughes e David Coverdale. Após isso, Ritchie deixou o Deep Purple para assumir sua própria banda, o Rainbow.

Primeiros anos no Rainbow

Após sair do Deep Purple, Ritchie formou o Rainbow, que originalmente tinha o ex-vocalista do Elf, Ronnie James Dio, o baixista Craig Gruber, o baterista Gary Driscoll, e o tecladista Mickey Lee Soule. O álbum de lançamento da banda, Ritchie Blackmore’s Rainbow, foi lançado em 1975. O nome da banda fora inspirado no mundialmente famoso bar de Hollywood chamado Rainbow, freqüentado por músicos e amantes do rock. Foi no Rainbow que Ritchie passou boa parte do tempo em que esteve fora do Deep Purple, e foi lá que ele conheceu Dio, cuja banda Elf várias vezes abriu shows do Deep Purple.

A música da banda Rainbow era diferente da música do Deep Purple. Suas melodias eram mais diretamente inspiradas pela música medieval e as letras de Dio falavam de castelos, reis e espadas. Dio possuía uma voz poderosa e flexível, capaz de executar tanto rocks pesados quanto baladas leves. É interessante notar que os únicos créditos de Dio nos álbuns do Rainbow referem-se ao arranjo das músicas junto com Ritchie e escrita das letras.

Ritchie Blackmore mandou todos do Rainbow embora, exceto Dio, pouco tempo depois da gravação do álbum e recrutou Cozy Powell (ex-baterista do Jeff Beck Group) e mais dois desconhecidos: um baixista chamado Jimmy Bain e um tecladista chamado Tony Carey. Esta formação gravou o álbum Rainbow Rising, provavelmente o álbum preferido dos fãs do Rainbow.

A saída de Dio

Ritchie manteve Cozy Powell e Dio e trocou o resto da banda antes da gravação de Long Live Rock ‘N’ Roll. Ele teve dificuldades de encontrar um baixista, e ele mesmo tocou baixo em todas as músicas, exceto três (Gates of Babylon, Kill the King e Sensitive to Light). Para descontentamento geral dos fãs do Rainbow, Dio é mandado embora depois da turnê desse álbum, indo substituir Ozzy Osbourne no Black Sabbath em 1980.

Ritchie Blackmore seguiu em frente com o Rainbow. Powell permaneceu e juntaram-se a eles o ex-baixista do Deep Purple, Roger Glover, o tecladista Don Airey e o ex-vocalista do Marbles, Graham Bonnet. Como resultado, foi lançado o álbum Down to Earth, produzido por Roger Glover, responsável pelos maiores sucessos da banda – All Night Long e Since You Been Gone – embora o vocalista Graham Bonnet, apesar de ter uma boa voz, não conseguir reproduzir as proezas vocais de Dio no palco. A formação participou do primeiro Monsters of Rock no castelo de Donnington, na Inglaterra, promovido pelas bandas Judas Priest e Scorpions. Esse foi o último show do baterista Cozy Powell, que deixou a banda.

O álbum seguinte teve uma nova formação, com Graham Bonnet sendo substituído por Joe Lynn Turner, e Cozy Powell por Bobby Rondinelli. O álbum Difficult to Cure teve grande sucesso com a faixa título – uma versão mais comercial da Nona sinfonia de Beethoven – e a extraordinária peça de guitarra Maybe Next Time (Vielleicht das Nächste Mal). Joe Lynn Turner se saiu muito bem durante a turnê, que foi a primeira encabeçada pelo Rainbow nos Estados Unidos.

Sucesso comercial

Depois veio o álbum Straight Between the Eyes, com o novo tecladista David Rosenthal, álbum esse mais bem sucedido nos Estados Unidos. A banda, entretando, estava perdendo alguns de seus fãs. O single Stone Cold era claramente comercial, e a turnê não passou por nenhuma parte da Inglaterra. O show – com olhos de robô gigantes no meio da iluminação de palco – foi um grande sucesso comercial, que Ritchie Blackmore parecia almejar há tempos.

No álbum Bent Out of Shape o baterista Bobby Rondinelli foi substituído por Chuck Burgi. Claramente comercial, o álbum foi bastante criticado pelos fãs. Curiosamente, o video clip do single Street of Dreams foi banido da MTV pelo seu suposto efeito hipnótico. A turnê levou o Rainbow de volta à Inglaterra e ao Japão, onde uma orquestra tocou em conjunto com a banda.

Em meados da década de 1980, o Deep Purple foi reformulado e puxou Ritchie Blackmore e Roger Glover de volta. Como último álbum do Rainbow, Finyl Vinyl foi lançado com faixas bônus, incluindo gravações ao-vivo e “lados-B” de singles. Talvez a maior virtude desse álbum tenha sido a divulgação da “assombração musical” Weiss Heim, composta por Ritchie, pela primeira vez (que foi mais bem recebida que o disco Live in Tokyo).

De volta ao Deep Purple

Em abril de 1984, oito anos após a saída de Ritchie Blackmore do Deep Purple, era anunciado no programa da rádio BBC The Friday Rock Show que a clássica formação da década de 1970 estava reunida novamente e gravando novo material. A banda assinara um contrato com a gravadora Polydor na Europa e com a Mercury nos Estados Unidos. O álbum Perfect Strangers foi lançado em outubro de 1984 e supreendeu, sendo o melhor álbum desde Burn. A turnê começou pela Nova Zelândia e foi um tremendo sucesso. A volta à Inglaterra teve apenas um único show (promovido pelos Scorpions) e contou com a presença de mais de 80 mil pessoas, apesar o tempo absurdamente ruim.

Em 1987, a formação gravou um álbum mais eclético e experimental, The House of Blue Light. Da turnê, saiu um álbum ao vivo, gravado nos Estados Unidos em 1988, Nobody’s Perfect, equanto era lançado na Inglaterra uma nova versão da música Hush – o primeiro sucesso da banda – em comemoração ao seu aniversãrio de 20 anos.

Em 1989, Ian Gillan foi mandado embora e as relações com Ritchie voltaram a ficar ruins. O ex-vocalista do Rainbow Joe Lynn Turner foi chamado. Essa formação gravou apenas um álbum, Slaves & Masters em 1990, que dividiu opiniões de fãs e da própria banda. Ritchie diria depois que esse havia sido “o melhor álbum do Rainbow que o Deep Purple poderia ter feito”, embora insistisse que aquela era a melhor formação da banda.

Nem o álbum nem a turnê foram bem sucedidos. Joe Lynn Turner foi mandado embora e Jon Lord e Ian Paice argumentavam que era necessário chamar Ian Gillan de volta. Ritchie cedeu e a formação clássica gravou The Battle Rages On em 1993. Apesar das desavenças entre Ritchie e Ian, esse álbum produziu dois dos mais bem-feitos arranjos do Deep Purple – Anya e The Battle Rages On.

Fora do Deep Purple, de novo

Durante a turnê de divulgação em meados de 1994, a tensão entre Ritchie e Ian chegaram ao seu limite máximo. Ritchie saiu e prometeu nunca mais voltar. O guitarrista Joe Satriani se ofereceu voluntariamente para concluir a turnê no Japão. Logo após, a banda testou vários guitarristas, até se impressionarem com Steve Morse, que assumiu o posto de Ritchie.

Ritchie Blackmore reformulou o Rainbow após deixar o Deep Purple pela segunda vez, em 1994. A formação tinha o vocalista Doogie White e durou até 1997, produzindo o álbum Stranger in Us All.

Em 1997 Ritchie juntou-se a Candice Night – que também é sua companheira – e formou o grupo Blackmore’s Night, de estilo renascentista

Estilo musical

Tanto com o Deep Purple quanto com o Rainbow, Ritchie Blackmore tocou quase que exclusivamente com guitarras Fender Stratocaster, geralmente com o captador central retirado ou desligado.

Seu riff mais famoso (e proibido em muitas lojas de guitarra) é o da música Smoke on the Water. Ritchie o executa sem palheta, usando dois dedos para vibrar duas cordas adjacentes e pressionadas em intervalos de quarta justa.

Em seus solos, Ritchie combinava escalas de blues e frases em escalas menores da música clássica européia, fundando o que depois foi chamado de “escola neoclássica” da guitarra, muito popularizada pelo Metal Neo-Clássico.

Glenn Hughes: “Reunião da MKIII? Tô fora!!!”

Postado em Uncategorized com as tags , , , , , , em abril 14, 2009 por ruivb

Notícia do site Whiplash: faz um tempo atrás que o mundo da música tem falado sobre uma possível reunião da formação do Deep Purple que gravou os discos Burn e Stormbringer, conhecida pelos fãs como MKIII, formada por Ritchie Blackmore, Glenn Hughes, David Coverdale, Jon Lord e Ian Paice. Mas Glenn, numa entrevista ao programa The Classic Metal Show, jogou um balde de água fria na expectativa de vários fãs da banda pelo mundo inteiro, acompanhe o trecho da entrevista onde ele fala a respeito:

The Classic Metal Show: Glenn, sempre há rumores de que esta formação ou aquela, ou a sua do Deep Purple se juntará novamente. Muito tem sido dito sobre a volta da formação Mk. III (Glenn Hughes, David Coverdale, Ritchie Blackmore, Jon Lord e Ian Paice) para uma turnê. Eu presumo pelo fato de você estar tocando mais funk e Ritchie Blackmore música renascentista, que isso não está mais nos planos. Isso está correto?

Glenn Hughes: “Você sabe, David (Coverdale) e eu temos discutido isso com Jon Lord nos últimos três anos. Tem estado na mesa, fora da mesa, na mesa, fora da mesa. David e eu tivemos uma longa discussão três meses atrás sobre fazer isso mais uma vez. Não seria uma boa hora para fazê-lo no ano que vem, mas há muitas coisas que podem impedir isso de acontecer. Então eu estou dizendo a vocês aqui no telefone esta noite que eu não vejo isso acontecendo. Eu não quero doar mais do meu tempo fazendo isso. Ao redor do mundo, as mesmas questões existem. ‘Quando vocês vão se juntar novamente?’ Eu não consigo ver isso acontecendo, e eu não penso mais sobre isso. Vocês acabaram de me fazer a pergunta. Eu nunca penso sobre isso. Não faz mais parte do processo de pensamento. Por muitas, muitas razões, não acontecerá. É uma pena, porque os fãs adorariam ver isso, mas novamente, eu entendo porque Jimmy Page e Robert Plant do Led Zeppelin provavelmente não o querem junto. Deixe o legado permanecer intacto. Eu não sei se as pessoas vão realmente querer ver caras fazendo as mesmas músicas que fizeram 35 anos atrás. Eu não sei. Eu sei que haveria muitas pessoas, milhares e milhares de pessoas todas as noites que pagariam para ver isso. Nenhum de nós quer fazer isso por motivos gananciosos. Nós gostaríamos de fazê-lo por uma espécie de celebração artística. Eu gostaria de fazê-lo por esta razão. Eu não quero subir no palco, bocejar e receber todo dinheiro. Isso não é o que quero fazer. Eu quero que o público realmente se divirta”.

Esse é centro da questão: do que adianta uma banda voltar com uma de suas formações mais bem sucedidas se não há vontade nem prazer de repetir algo tão legal que durou tão pouco? Acho que se muitas bandas que vivem voltando e acabando novamente deveriam pensar umas 10 vezes antes de tornar isso realidade. O que vocês acham?

Vocês querem ouvir alguma coisa da MKIII? Comprem os álbuns que foram relançados remasterizados, de preferência em vinil pra ninguém piratear, hahahahha.

"Vocês querem ouvir alguma coisa da MKIII? Comprem os álbuns que foram relançados remasterizados, de preferência em vinil pra ninguém piratear, hahahahha".

Malhando O Judas…Priest

Postado em Uncategorized com as tags , , , , , , , em abril 11, 2009 por ruivb

Galera, aproveitando que hoje é sábado de Aleluia eu me lembrei de uma coisa que me intriga sobre o Judas Priest: como uma banda tão boa, com músicas tão marcantes, com músicos tão competentes, pôde ter feito clipes tão ruins?? Vocês acham que estou exagerando? Então dêem uma olhada em alguns clipes abaixo:

Começando com o clássico Breaking The Law: Eles invadem um banco para roubar o próprio disco de ouro? Será que eles iam derretê-lo para fazer jóias? Hehehehe

Turbo Lover: Os caras fugindo de um esqueleto de brinquedo que pilota uma moto de tração dianteira? Putz…

Locked In:  Também do álbum Turbo, é a segunda música depois de Turbo Lover e, naturalmente, a continuação do clipe acima. Deve ter sido torturante para o Rob ter que ficar pendurado de cabeça para baixo correndo o risco de ser agarrado por um monte de mulher, hahahahha

Hot Rockin’: Os caras do Judas malhando numa academia e depois tocando rodeados por fogo. Eles devem ter desistido da malhação para não ficar parecidos com os caras do Manowar e no fim do clipe o Rob parece que tem um ataque de piromania, pondo fogo nas guitarras, no baixo, nas baquetas…Que piração.

Chega!!! Já malhei bastante o Judas hoje, mas foi só hoje eu prometo. FELIZ PÁSCOA A TODOS.

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